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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Gravação do Programa

Manuscrito Editora4 fotos novas 24/11 às 6:51

"- Fortunato, já leste s Bíblia?
- Já.
- E lembras-te de alguma passagem da Bíblia?
- Sim, o Salmo 23, 'O Senhor é meu Pastor, nada me faltará', que é o que as pessoas dizem quando se veem aflitas."
Parecendo que não, o tema da conversa é "Como se tornar um verdadeiro Gourmet" wink emoticon
Para ver dia 2 de dezembro em É a vida Alvim, no Canal Q.

Foto de Manuscrito Editora.

Foto de Manuscrito Editora.Foto de Manuscrito Editora.Foto de Manuscrito Editora.

















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Fonte:
www.facebook.com/manuscritoeditora/posts/720169408085318
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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Palestrante Convidado

Fortunato da Câmara

    Fortunato da CamaraFortunato da Câmara - crítico gastronômico
    Fortunato da câmara nasceu em Lisboa em 1977. Ele tem uma licenciatura em produção alimentar da Escola Superior de Hotelaria do Estoril. Ele se tornou um crítico de comida quando o semanário SOL começou em 2006 e tem colaborado no Essencial guia como um crítico de restaurante e um cronista de história de comida até fevereiro de 2011.
    Entre 2009 e 2011, ele foi o autor do segmento de rádio "Na rota das iguarias" ["delicadeza a rota da"], um semanário chronicle sobre a história da alimentação no SIM de Rádio do grupo Renascença. Seu primeiro livro, Alimentos ao sabor da história – receitas e curiosidades [comida ao longo da história: receitas e curiosidades] (Colares Editora) foi lançado em 2011 e foi premiado como o melhor em Portugal em 2011 na categoria história culinária no Gourmand World Cookbooks Awards. 
    Nesse mesmo ano, ele levou o Diplôme Universitaire du Goût, de la Gastronomie et des Arts de la mesa, um curso de pós-graduação em gastronomia do Institut des Hautes Études du Goût em associação com a escola de cozinha Universidade de Reims e Le Cordon Bleu de Paris. Ele tornou-se um colaborador com jornal diário Público Fugas revista, onde começou a escrever a resenha restaurante em março de 2012. Seu livro Os Mistérios do Abade de Priscos e outras histórias curiosas e deliciosas da gastronomia [os mistérios do abade de Priscos, curioso e outras deliciosas histórias de gastronomia] (Esfera dos Livros) foi publicado em 2013. Foi premiado com o prémio de literatura gastronómica pelos portugueses
    Academia de gastronomia no mesmo ano e os melhores portugueses livro na literatura de comida
    categoria no Gourmand World Cookbooks Awards 2013.
    Ele é crítico gastronômico para o semanário Expresso desde de janeiro de 2015.
    Mais nesta categoria:«Robert Anton
    (Tradução automática)
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    Fonte:
    (EN) www.heg-gastronomy.com/en/study-program/guest-lecturers/item/327 (EN)
    (FR) www.heg-gastronomy.com/fr/la-formation/intervenants/item/328-fortunato-da-camara (FR) .
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    quinta-feira, 4 de junho de 2015

    À Volta dos Livros

    À Volta dos Livros

    Ana Daniela Soares conversa com Fortunato da Câmara, autor do livro Os mistérios do abade de Priscos | 08 Mai, 2013 - See more at: http://www.rtp.pt/play/p312/e116442/a-volta-dos-livros#sthash.w6hF1ypa.dpuf

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    Fonte: http://www.rtp.pt/play/p312/e116442/a-volta-dos-livros.

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    Há Conversa, com: FdC

    Há Conversa com FdC.
    
    

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    Fonte: http://www.rtp.pt/play/p692/e120137/ha-conversa.

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    Gastronomia e Gosto

    "Fortunato da Câmara frequentou o curso de Produção Alimentar em Restauração da Escola Superior de Hotelaria do Estoril. Com o aparecimento do Semanário SOL em 2006, iniciou-se na escrita de gastronomia colaborando no guia Essencial como crítico de restaurantes e cronista de história da alimentação até Fevereiro de 2011.
    Entre 2009 e 2011, foi autor da rubrica de rádio Na rota das iguarias, crónica semanal sobre história da alimentação na rádio SIM, do grupo Renascença. Nesse mesmo ano lançou o primeiro livro, Alimentos ao sabor da história – receitas e curiosidades (Colares Editora) que foi distinguido nos Gourmand World Cookbooks Awards como o melhor de Portugal em 2011 na categoria «Culinary History». Ainda em 2011, começou a colaborar com a revista Fugas, do jornal Público, passando a assinar a crítica gastronómica em Março de 2012.
    Foi admitido no Institut des Hautes Études du Goût em França onde obteve o «Diplome Universitaire du Goût, de la Gastronomie et des Arts de la Table» em 2012, pós-graduação especializada em gastronomia organizada em parceria com a Universidade de Reims e a escola de cozinha Le Cordon Bleu de Paris. Em 2013 publicou o livro Os Mistérios do Abade de Priscos e outras histórias curiosas e deliciosas da gastronomia (Esfera dos Livros), que nesse ano foi distinguido com o prémio Literatura Gastronómica da Academia Portuguesa de Gastronomia, e que foi considerado o melhor livro de Portugal na categoria «Food Literature», nos Gourmand World Cookbooks Awards 2013.
    Em 2013, foi convidado pelo Institut des Hautes Études du Goût para ser um dos formadores na Universidade de Reims onde leciona uma masterclass em crítica gastronómica no Diplome Universitaire du Goût, de la Gastronomie et des Arts de la Table. Em janeiro de 2015 passou a assinar a crítica gastronómica do jornal semanário Expresso.”
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    terça-feira, 2 de junho de 2015

    Foram 38 anos de grandes críticas gastronómicas. José Quitério deixa de escrever

    José Quitério assinou a crítica gastronómica do Expresso durante 38 anos e marcou um estilo. Um problema de visão obriga-o a deixar de escrever.

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     Foram 38 anos de grandes críticas gastronómicas. José Quitério deixa de escreverFOTO TIAGO MIRANDA


    José Quitério estreou-se como cronista gastronómico no Expresso em 1976 e nestes quase 40 anos de colaboração semanal, a que agora põe fim por questões de saúde, impôs um estilo, mostrou uma isenção e revelou uma capacidade crítica que fizeram dele uma figura de referência na gastronomia portuguesa. Defensor de uma ética muito própria, que passava pela cultura do anonimato, conhece diversas gastronomias, mas apenas se pronuncia sobre as que domina.
    Numa grande entrevista em tom de despedida para a nova revista do Expresso -  a E, que sai já este sábado  - José Quitério faz o balanço de quatro décadas ao serviço da crítica gastronómica: Sushi não é cozinha, o "chop suey" é uma invenção dos norte-americanos e o foie gras é uma "maravilha civilizacional". Sustenta que o empratamento da nouvelle cuisine foi buscar inspiração à cozinha japonesa e confessa que não sabe distinguir se o vinho estagiou em cascos de carvalho francês ou noutro qualquer. Frontal e provocador, explica porque dizia que teria gostado de ver "os tanques soviéticos a entrarem no Marquês de Pombal".
    José Quitério será substítuido por Fortunato da Câmara, um crítico gastronómico com provas dadas.  Já colaborou com o Público, Sol e Renascença, e é desde 2013 um dos formadores convidados pelo Institut des Hautes Études du Goût e a Universidade de Reims onde leciona uma "masterclass" em crítica gastronómica. 
    Em 2013 publicou o livro "Os Mistérios do Abade de Priscos e outras histórias curiosas e deliciosas da gastronomia" (Esfera dos Livros), distinguido nos "Gourmand World Cookbooks Awards" como o melhor de Portugal na categoria "Food Literature", e que recebeu da Academia Portuguesa de Gastronomia o prémio "Literatura Gastronómica".
    NOTA DE DESPEDIDA AOS LEITORES
    Por motivos alheios à vontade das partes, devidos tão-somente à alta traição dos meus olhos, sou forçado a dar por finda a minha colaboração com o Expresso. Foram 38 anos de escrita, essencialmente de crítica e crónica gastronómicas, em que o único propósito consistiu em servir o leitor (e a gastronomia) com verdade e honradez.
    Na improbabilidade de um literal até à vista, terá de ser mesmo um penoso e imenso adeus. Obrigado pela atenção dispensada.
    José Quitério

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    Fonte:
    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/foram-38-anos-de-grandes-criticas-gastronomicas-jose-quiterio-deixa-de-escrever=f905384#ixzz3OH2TU8nZ .
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    Bio (FdC) na Wook

    Fortunato da Câmara

    O autor, Fortunato da Câmara é um gastrónomo exigente e interessado na história dos alimentos. Frequentou o curso de Produção Alimentar em Restauração na Escola Superior de Hotelaria do Estoril e com o aparecimento do semanário SOL iniciou-se na escrita como crítico de restaurantes do guia Essencial. Desde a fundação do jornal foi responsável pelas rubricas Acabado de chegar, Baú de Sabores e actualmente Encontro de Tradições. Assinou igualmente trabalhos na área da gastronomia na revista Tabu. É autor do apontamento radiofónico Na Rota das Iguarias, crónica semanal sobre história da alimentação na rádio SIM, do grupo Renascença.

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    Fonte: http://www.wook.pt/authors/detail/id/2030836.
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    quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

    Crítico gastronómico José Quitério vence Prémio Universidade de Coimbra 2015

    Crítico gastronómico José Quitério vence Prémio Universidade de Coimbra 2015

     

    Actualizado em 21 de Janeiro, às 13:27
    O crítico gastronómico, jornalista e autor de várias obras sobre alimentação e gastronomia José Quitério é o vencedor do Prémio Universidade de Coimbra 2015, anunciou hoje o reitor da instituição, João Gabriel Silva.
    "A inegável qualidade e consistência do percurso profissional de José Quitério" e o contributo que, através dos seus escritos, durante décadas, tem dado nos planos "cultural, histórico, sociológico, etnográfico" e até, de forma indireta, económico, para "a qualificação da sociedade portuguesa", explicam a decisão.
    O júri do Prémio "convergiu naturalmente" para esta escolha, disse o reitor João Gabriel Silva, adiantando que a distinção, no valor de 25 mil euros, contou este ano com 11 candidaturas.
    "O júri considerou que o laureado tem dado um contributo muito importante para o mundo da gastronomia em Portugal e, mais ainda, da cultura portuguesa", afirmou o reitor, sustentando que "a comida reflete muito a cultura e a maneira de estar" dos portugueses.
    "Não vamos à procura de pessoas muito conhecidas ou 'premiáveis', mas de alguém que se distinga no mundo da cultura e da ciência", acrescentou o reitor, recordando que a Universidade de Coimbra (UC) "tem laureados" com este galardão de "várias áreas".
    Natural de Tomar, onde nasceu em 1942, José Quitério, que frequentou as faculdades de Direito das universidades de Coimbra e de Lisboa, foi arquivista do jornal 'O Século' entre 1973 e 1980, função que também desempenhou, depois, no 'Expresso', semanário no qual assinou, durante quase quatro décadas, uma coluna semanal de crítica de gastronomia.
    "O trabalho desenvolvido em torno da cozinha portuguesa, bem como o sublinhar das tradições gastronómicas portuguesas" consagraram José Quitério como "um importante defensor da nossa identidade e cultura", sustentam os apoiantes da sua candidatura ao prémio.
    "Este conhecimento enriquecedor, com uma vertente quase antropológica", veiculado nos escritos de José Quitério, teve "um papel relevante na divulgação das nossas especificidades e das nossas tradições".
    Apresentada pelo jornalista Fortunato da Câmara, a candidatura de José Quitério ao Prémio Universidade de Coimbra deste ano (12.ª edição) foi apoiada por Álvaro Siza Vieira, António Lobo Antunes, Artur Santos Silva, Francisco Pinto Balsemão, Guilherme de Oliveira Martins, Joaquim Furtado, Maria de Lurdes Modesto, Maria do Céu Guerra, Miguel Esteves Cardoso e Rui Vieira Nery, entre outros nomes.
    Patrocinada pelo Banco Santander-Totta e apoiada pelo 'Jornal de Notícias', a distinção será entregue no dia 01 de março, na sessão solene comemorativa do 725.º aniversário da UC.
    O prémio foi atribuído o ano passado ao ex-reitor da Universidade de Lisboa António Sampaio da Nóvoa e no ano anterior ao embaixador João de Deus Ramos.
    O músico e compositor António Pinho Vargas (2012) e a professora de medicina Maria de Sousa (2011) são outros dos distinguidos pelo Prémio, atribuído pela primeira vez, em 2004, ao neurocientista Fernando Lopes da Silva.

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